Institutos Seculares

    Laboratório experimental e Alpinistas do Espírito

Uma nova vocação surgida na Igreja do século XX. No hoje da história,
os institutos seculares, expressão da secularidade consagrada, são meios especiais a impregnar de fé, a vida quotidiana.

É o mistério da Encarnação "Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu
Filho Unigénito": (Jo 3, 16) que torna a vossa inserção nas vicissitudes humanas
l
ugar teológico.
A obra da salvação realizou-se não em contraposição, mas dentro e através da história dos homens. (Bento XI, 2007)

 

O Papa Paulo VI em 26/09/1970, define assim os Institutos Seculares:

“Pertenceis à Igreja a   título especial, o vosso título é de seculares consagrados”.

O carácter secular da vossa consagração evidencia, por um lado, os meios que utilizais para a realizar, isto é, aqueles próprios de cada homem e mulher que vive em condições comuns no mundo, e por outro, a forma do seu desenvolvimento, ou seja, de uma relação profunda com os sinais dos tempos que sois chamados a discernir, pessoal e comunitariamente, à luz do Evangelho. Muitas vezes, com competência, foi delineado o vosso carisma exatamente neste discernimento, para que possais ser laboratório de diálogo com o mundo, aquele "laboratório experimental no qual a Igreja verifica as modalidades concretas das suas relações com o mundo".
(Paulo VI, Discurso aos Responsáveis gerais dos Institutos Seculares: Insegnamenti, XIV, 1976, p. 676)

Sobre os Institutos Seculares diz também Paulo VI, que esta vocação é um caminho difícil de percorrer e ao mesmo tempo um caminho que é cheio de desafios e de busca de novos horizontes ”um caminho difícil de alpinistas do espírito”. (Paulo VI, 1970)